De início, fiquei com raiva e vontade de fazer com esses "moleques animais"o que fizeram com a moça.
Só que de novo: violência GERA violência! A prova disso foi: eu, que sou um ser pacífico (nem tanto em meus pensamentos, mas certamente nas minhas atitudes), me pegar com vontade de chutar todos eles na barriga e na cabeça!
Agora, o que temos que pensar é: O QUE MOTIVA UMA AÇÃO DESSE NÍVEL?
O que é que provoca uma raiva dessa proporção? E ainda, será que é raiva?
Porque a raiva, tem que ter um "alvo" e ao que me parece, eles não conheciam a mulher que, por acaso estava no ponto àquela hora.
Será que ela tinha algo que representava, um estigma, uma característica que """"""justificasse""""" essa barbárie?
Teria sido preconceito?
Qualquer que fosse a resposta, ela não nos acalmaria, não nos convenceria, não nos conformaria.
Raiva temos das coisas que existem dentro de nós e negamos. Ninguém tem raiva do que não conhece!
Preconceito temos pra nos sentir menos inferiores, inferiorizando os outros!
O que, minha gente, o que fazer com pessoas que se deixam dominar por esses sentimentos equivocados e inúteis? O que fazer quando esses sentimentos viram ações irreparáveis?
Educação? Sim, mas não apenas ir pra escola, entrar em uma faculdadezinha meia-sola, que aprova mesmo aqueles que faltaram ao vestibular!
Educação em casa, com amor, com valores humanos, com a noção de que estamos TODOS no mesmo barco!
Há que se dar a essa gente ALGO QUE POSSAM PERDER...
Onde está a importância da dignidade? Onde está a sensação de vergonha por ter feito mal a um inocente?
Nada disse existe para essas mentes pobres de tudo!
Fico triste em saber que moramos neste mundo e que se não fizermos alguma coisa pro bem, estaremos colaborando com o mal, com a nossa omissão.
Depois não poderemos reclamar.
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